quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

PETRÓLEO: ECONOMISTA DO BANCO MUNDIAL ANUNCIA CRISE


ECONOMISTA PREVÊ GRAVE CRISE DO PETRÓLEO
O Brasil seria beneficiado com este quadro?
Wladmir Coelho

O consultor para o mercado de petróleo do Banco Mundial, Mamdouh Salameh, está prevendo uma redução da oferta de petróleo caso a economia mundial cresça no ritmo atual até 2015. Segundo o especialista em 2012 ocorreria um primeiro momento da escassez fato que ampliaria o preço do barril para U$ 147,00. O economista afirma que diante desta possível crise teríamos a ampliação dos choques armados por conquistas de áreas com potencial petrolífero e ilustra sua afirmativa utilizando como exemplo o  conflito dos EUA com o Iraque cuja causa, segundo o economista do Banco Mundial, seria o controle do precioso mineral. Salameh ainda afirma que a invasão do Iraque foi um dos elementos causadores da crise econômica.
Mamdouh Salameh, faz tempo, anuncia a necessidade dos EUA em controlar campos petrolíferos fora do Oriente Médio para garantir a segurança energética nacional e cita com clareza absoluta o potencial energético da América Latina. No caso brasileiro observamos uma tendência dos governantes em colaborar com este quadro oferecendo a Petrobrás como elemento financiador dos oligopólios principalmente na questão do pré-sal. Agora imaginem os ilustres leitores o Brasil, considerando o quadro anunciado por Salameh, entregando o petróleo a partir dos preços atuais às empresas Chinesas e estadunidenses como forma  de pagamento dos empréstimos para financiamento da tecnologia “presalina”. Precisamos aprofundar este tema com urgência.
Observação: A Agência Internacional de Energia apresentou um número surpreendente em relação a demando do petróleo para este ano da Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo de 2010 simplesmente dobrando as estimativas. 

BP VAI AMPLIAR ATUAÇÃO NO BRASIL


A BP vendeu sua participação na Argentina, mas está de olho nos blocos da Devon Energy aqui no Brasil e, ao que tudo indica, a ANP tem interesse em ampliar a presença da BP no Brasil. Enquanto isso, no Alaska, a empresa britânica revela sua preocupação ecológica ao suspender perfurações para “verificações” no sistema de segurança.
Enquanto isso na Bolívia a empresa anuncia o interesse em vender seus ativos na PAE antiga controladora da nacionalizada Chaco. O negócio ainda não foi efetivado em função de uma disputa jurídica em torno do valor de 233,4 milhões de dólares estabelecido durante a nacionalização. 

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